Os aposentados do Sindicato dos Metalúrgicos de Santos e Região voltaram a se organizar para rever direitos perdidos, principalmente de 1988 para cá. A primeira Reunião Plenária de Organização de Luta ocorreu ontem pela manhã, após anos sem debates entre os aposentados da categoria. A plenária teve a participação dos advogados Sérgio Pardal Freudenthal e Alexandre do Amaral, que trabalham para o sindicato. O objetivo foi esclarecer dúvidas e orientar os participantes no que diz respeito a processos em andamento.
A reunião contou com a participação de cerca de 40 pessoas, dos mais ou menos 7.500 aposentados da classe. O diretor sindical Carlos Irajá ressaltou que muitas vezes é o aposentado quem sustenta a família. Outro diretor, Ubira Francisco Nunes, o Bira, considerou importante a retomada da luta, abandonada por administrações anteriores.
Essa reunião entre os aposentados foi uma das resoluções do sindicato durante o 1° Congresso dos Metalúrgicos, realizado em março. O representante do Departamento de Aposentados, Guarani Faria Torres Filho, lembrou que alguns até perderam o plano de saúde, com a privatização da Cosipa, em 1993.
Sérgio Pardal alertou que o aposentado está perdendo poder aquisitivo ano a ano. Explicou sobre o “buraco negro”, que compreende a época em que os trabalhadores se aposentaram de 1988 a 1991, quando perderam muito, pois contribuíram mais do que receberam. Acordos e outros planos posteriores apenas prejudicaram os aposentados, que até hoje tentam reaver alguns valores.
Os advogados orientaram sobre ações de previdência privada, INSS, e outros acordos entre Cosipa e empregados. Denunciaram alguns abusos de colegas, que entram com ações sem informar ao aposentado que irão perder, apenas para ganhar dinheiro. Ressaltaram a importância de não contratarem advogados particulares, e sim entrarem com ações coletivas por meio do sindicato.
As próximas reuniões acontecerão todo segundo sábado do mês, até dezembro. Para Irajá, o retorno da luta entre os metalúrgicos aposentados serve para fazer renascer também a força política da categoria, que “tem condições de eleger o prefeito da cidade”.
Márcio Ribeiro Garoni
(Agência Facos, 12/8/07)
- Bem, essa foi a primeira matéria do segundo semestre. A sugestão de pauta foi minha dessa vez.
- Olha a merda: chegando no sindicato, vi que tinha perdido o recorte de uma matéria que informava os detalhes da reunião – era a única fonte que eu tinha. Me superei e também estava sem o estojo – ficou em casa. Tive que desembolsar R$1 em uma padaria dos arredores para ter o acesso aos benefícios de uma BiC azul. (Mais uma lição aprendida: conferir tudo de cinco em cinco minutos.)
- Chegando lá, procurei os dirigentes do sindicato, que, logo me apresentei, trataram de me levar a uma salinha reservada. Como eram quatro, chegou a passar pela minha cabeça que seria surrado – daria até uma matéria mais interessante. Mas os caras me receberam bem, melhor do que podia imaginar. Até me deram a matéria que eu tinha perdido, o que me fez chorar de rir (mentalmente, claro).
- Faltou citar um dirigente: João Luiz da Silva.
- Fiquei uma hora e meia acompanhando a reunião. Poderia ter saído uma hora mais cedo, mas tenho o dom: tinha esquecido a mochila na salinha. Tive que esperar até conseguir pedir para abrirem a sala para mim. Tenho a memória de um disquete.
- Faltou conteúdo, o professor disse. É um assunto complicado, mas sei que poderia ter rendido mais.
- Vou ver se eu volto lá para entregar a matéria. Eles têm um mural onde colocam o que é publicado sobre o sindicato.
- Fazia tempo, né? Já tava enjoando desse logo da Sessão da Tarde. Falando em enjoar, vou ver se eu mudo o desenho de fundo do título, que tá muito manjado.
- Nesse fim-de-semana eu quase viro um mórmon. A irmã era linda, e doeu no coração dizer não para ela. Pior estão meus irmãos: uns caras das Testemunhas de Jeová estão querendo convertê-los. É o Marketing Divino, em breve na porta de sua casa.
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ô, jornalista que anda sem caneta é complicado, né seu Márcio? É que nem executivo sem celular!
E nunca tentaram me converter em nada, assim…isso é sorte, né?
Nem acreditei nessa da caneta, tenho procurado tratamento.
Logo te acham, tem a vida inteira pra encontrar a Salvação.
Huahuahuahuahua, vc é muito esquecido!!!
Salve seus irmãos, tire eles das mãos desse povo, aff, ninguem merece… Já tentaram me passar pra igreja evangélica….
=]
Eles ainda não foram pegos. São espertos, eu acho.