Bem assim mesmo
- Desculpa, mas é assim que eu sou. Serve pra você?
Ali se acabavam as brincadeiras. Tudo o que poderiam dizer de inofensivo teve fim. Dali em diante, qualquer pensamento, intenção, gesto, palavra e atitude passariam a ter outro significado, que só os dois conheceriam.
Conheceriam? Ainda tinham dúvidas, mesmo com a convicção que ele mostrava na pergunta, e ela no sim (palavra que ficaria econando em suas cabeças por muito tempo. Precisariam se conhecer mais, apareceriam as diferenças, mas estavam preparados para tudo, apesar das incertezas que ainda temiam mostrar um ao outro.
Fizeram-se mil promessas, sabendo que só poderiam cumprir metade, se muito. A graça estava quase que somente nas palavras que trocavam. O bom da vida é viver, ele ou ela teria dito. E o universo já não era suficiente para guardar o mundo que havia sido criado entre eles.
Queriam recusar a toda liberdade. Tinham seus compromissos, seus inúmeros horários e datas na agenda, mas ainda assim eram os seres mais livres de que se havia notícia.
Despediram-se com um até logo.
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Tags: assim, céu, conto, Ficção, liberdade, tempo






Isso de compromissos, horários e agendas (…) É tudo culpa do tempo. Sou a favor de nunca mais existir relógio (ou qualquer mecanismo que lembre um, vide os celulares e afins) nenhum no mundo todo.
ps: dai a Talita acordou.
hahahahha
Acorda não
Sei não.
O que sei é que agora você pode me linkar.
Demorô já é!
hi babe…
pois é, viva as diferenças, viva a diversidade e viva ao fim do namoro.
hahahahahahaha
\o/
e pode colocar meu blog nos profissas tá?
afinal já to em livro, beim!
bjo, hahaha
Quanta modéstia, hein, “beim”!!!
eie! tempo que eu não passava aqui!
me deu até saudades das minhas cronicas, viiu?
voltarei a escreve-las..
abs!!
Também me deu!
Pois então, tão logo caí em blog e já passo por aqui pontualmente toda semana. Bom te ler meu caro… e vicia hein!
… a propósito, o que é o tempo né? Coisas diferentes para pessoas tão quanto…
Abraço!
Toda droga vicia, né?
Prazer!
vicia hein!
quem dera ser livre como os seres de que havia notícia…
Cuma?
soy yo
Yo lo sé, cabezuda
Aiaiaia
Acho que viajei nesse seu conto…
ando sentimental demais…
beijos e beijos meu queridooo
saudades de conversar (mesmo que pelo msn) com vc!
=)
Hehe
muuuuito sentimental
cuma o quê?
“(…) mas ainda assim eram os seres mais livres de que se havia notícia. (…)”
não sei mais o que é ser livre, eu acho.
Ah, tá!
E quem sabe?