Archive for the ‘Desabafa Márcio!’ Category

Maio

01maio13

A quem só tem a força do próprio corpo para sobreviver A quem vive de aluguel A quem, com muito esforço, conseguiu comprar uma residência própria E a quem vive a incerteza de estar hoje onde não estará amanhã Ao catador de latinha, à bancária, ao auxiliar de escritório, à operadora de caixa Às artesãs, […]


Como fazer cinema tipo exportação Estreou neste final de semana com muita badalação o filme Entre Lençóis, do diretor colombiano Gustavo Nieto Roa. Resumindo, o filme trata de dois desconhecidos, interpretados pelos conhecidíssimos Reynaldo Gianecchini e Paola Oliveira, que se conhecem em uma festa e dividem um quarto de motel. O resto da história já dá […]


Engano

17jan08

Invejo aqueles que escrevem todo e mais que o necessário numa linha só.


Despedida

18dez07

Nunca pensei que um dia fosse escrever algo sob este título. Afinal, o final dificilmente é levado em conta durante todo um processo de afeiçoamento, como o que ocorreu por aqui. Sei que esse negócio de blog, por um tempo, deu muito certo na minha vida. Me acompanhou por um período importante, me ajudou bastante, fez […]


Dica do Marcelo Tas (O Professor Tibúrcio!). Este movimento blogueiro é mundial. Tem o site Free Burma, procurem saber mais.


Vai, Márcio, ser gauche na vida! Este texto que segue foi publicado no blogue da Turma do Cantão, semi-inutilizado, lá no longínquo 30 de dezembro de 2006. Fez um sucesso retumbante -se é que sete comentários (alguns de completos desconhecidos), uma citação no orcúti (de outro desconhecido) e num outro blogue (desconhecido também) significam retumbância sucessiva. Publico por aqui porque […]


Os países em desenvolvimento vêem-se atualmente em um dilema: enquanto a Internet impõe-se cada vez mais nestes locais, derrubando fronteiras, colocando-os em contato com elementos do mundo desenvolvido, a pobreza, o analfabetismo e outros males só parecem aumentar. O resultado é que a desigualdade só tem crescido, e pior, onde menos deveria, nos países pobres. […]